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O outono está chegando e com ele está aberta oficialmente a estação das alergias. Coceira na garganta e no nariz, olhos lacrimejando, espirros e obstrução nasal fazem parte dos sintomas experimentados por pessoas alérgicas ao pólen ambiental. Mas a função auditiva também pode ser afetada pela alergia devido à relação anatômica e estrutural que existe entre o ouvido e a rinofaringe; parte da garganta que fica na altura do nível do nariz, por estarem interligados por uma estrutura conhecida como “tuba auditiva”.

O aumento dos níveis de pólen pode afetar os alérgicos se eles passarem o dia com as janelas abertas, passarem a tarde no terraço, morarem próximo de parques ou do campo, ou, se precisarem ir às compras. Nessas situações, os alérgicos começarão a notar os primeiros sintomas, entre os quais estão possíveis desconfortos auditivos.

Quando a rinite alérgica acontece é gerada uma inflamação da mucosa que reveste a rinofaringe, incluindo a entrada da tuba auditiva. Isso provoca uma disfunção da abertura da tuba e gera dificuldade na ventilação do ouvido, que continua a funcionar mas sob condições de pressão que causam: dor, sensação de ouvidos tampados e, consequente, perda auditiva, zumbido ou tontura.

Todos esses sintomas causados ​​pela obstrução devido ao excesso de muco, geralmente  desaparecem com o tratamento correto da rinite, mas se o muco atingir o ouvido e persistir ao longo do tempo, poderá causar otite e sua cura exigirá um tratamento ainda mais específico.

Além disso, é recomendável que pacientes com rinite alérgica façam o acompanhamento audiológico devido ao efeito negativo da inflamação contínua da tuba auditiva. Em longo prazo, essa inflamação pode afetar a funcionalidade desse canal e causar má ventilação do ouvido médio, com consequente deterioração da membrana timpânica. Uma deterioração lenta e não muito perceptível que deve ser mantida sob supervisão.

Nossos profissionais estão à disposição para realizar essas revisões auditivas. Entre em contato e saiba como os Centros Auditivos ReSound podem te ajudar.

Dicas de como cuidar dos ouvidos e prevenir otites alérgicas, especialmente na primavera: 

Para cuidar bem dos ouvidos durante a primavera e evitar otites o mais importante é prevenir e tratar precocemente os sintomas da alergia. Para tanto, devem ser seguidas as prescrições médicas do alergologista e/ou otorrinolaringologista, considerando uma série de orientações que devem ser aplicadas no dia a dia, conforme abaixo:

  1. Evitar abrir as janelas por longos períodos, evitando a entrada de pólen. Mantenha, sempre que possível, as janelas fechadas para evitar a entrada de pólen. As janelas podem ser abertas  diariamente, por cerca de 10 minutos, para ventilar.
  2. Aumente  a frequência de limpeza em casa.
  3. Evitar sair de casa nos horários em que a concentração de pólen é mais alta: ao amanhecer e ao anoitecer.
  4. Se proteja das mudanças de temperatura típicas dessa estação, uma vez que elas podem afetar o seu estado de saúde.
  5. Pessoas com alergias devem tomar muito cuidado ao limpar seus aparelhos auditivos.

Junto com as recomendações acima, pacientes com surdez, que usam aparelhos auditivos, também devem manter uma boa higienização de seus amplificadores sonoros.

Durante a primavera, os restos de pólen em conjunto com a cera do ouvido, que é mais abundante em épocas quentes, podem afetar o bom funcionamento dos aparelhos auditivos, reduzindo sua eficácia e comprometendo também a saúde auditiva. Portanto, é essencial manter a limpeza correta dos mesmos.

Se você tiver alguma dúvida sobre como higienizar seus aparelhos auditivos não hesite em perguntar aos fonoaudiólogos da ReSound. 

Em breve, publicaremos dicas de como limpar corretamente os aparelhos auditivos. Não deixe de conferir os conteúdos do blog em https://centrosauditivosresound.com.br/blog/ .

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